segunda-feira, 23 de novembro de 2015
On 14:31 by Lupa Charleaux in Resenha de Documentário No comments
Publicado originalmente no dia 23 de novembro de 2015 (Via Blog N' Roll)
Não é necessário fazer um grande estudo científico para afirmar que Keith Richards e os Rolling Stones são influência para praticamente 100% das bandas de rock que surgiram após os anos 1960. Mas acredito que poucas pessoas sabem o que eles gostam de colocar na vitrola e relaxar no sofá quando estão fora dos palcos.
Esse é um dos objetivos de Keith Richards: Under The Influence, documentário disponibilizado com exclusividade no Netflix. Dirigido por Morgan Neville, o vídeo tinha a intenção de registrar a produção do recente disco solo de Richards, Crosseyed Heart. Mas ele foi além e trouxe histórias pessoais do músico.
Ao assistir o documentário, quem escutou o álbum vai conseguir entender a história por trás de cada uma das faixas do material. Elas trazem influências do jazz, blues, reggae, country e folk americano; e Richards conta o primeiro encontro com cada um desses estilos em ordem cronológica da sua vida.
As histórias da infância mostram que já estava em seu destino ser músico. Ainda criança, ele e sua mãe ouviam clássicos do jazz no rádio. E foi dessa maneira que ele conheceu Ella Fitzgerald, Billie Holiday e Louis Armstrong.
A paixão de Richards pelo violão aconteceu ao ver seu avô tocar. E ele começou a praticar após ter crescido o suficiente para alcançar o instrumento pendurado na parede.
O blues claramente é principal influência dos Stones. E isso fica bem claro ao longo de documentário. Desde as horas gastas ouvindo The Best of Muddy Waters com Mick Jagger no final da adolescência até o encontro com os grandes nomes do gênero como Willie Dixon e Howlin’ Wolf.
Buddy Guy, Tom Waits e o produtor Steve Jordan são alguns convidados que dão depoimentos sobre a grandeza de Keith Richards como músico. Apesar de serem grandes colaborações, infelizmente isso faz do documentário muito “chapa branca” e deixa de lado os “podres” do músico.
O desenvolvimento de Richards como músico está bastante ligado aos Rolling Stones. E Under The Influence serviu para revelar alguns segredos por trás das canções da banda. Por exemplo, a parceria do músico com o baterista Charles Watts para a criação dos instrumentais de diversas músicas.
Outra curiosidade é que não existem guitarras em Street Fighting Man. Na verdade, o áudio foi registrado em um gravador portátil, mas proximidade do fone e o volume foram distorcidos na gravação gerando o som que conhecemos.
Keith Richards: Under The Influence é um documentário para os fãs do rock’n’roll. Mas não fique na esperança de saber histórias loucas da persona rock star criada por Richards. Ele é focado na vida de um senhor de 72 anos de idade, apaixonado por música e que um dia já pensou em aposentadoria. É ótimo ver o lado mais humano de uma das figuras mais admiradas do rock.
segunda-feira, 20 de julho de 2015
On 00:00 by Lupa Charleaux in Resenhas de Discos No comments
Publicado originalmente no dia 20 de julho (Via Pop Punk Academy)
Indo na contramão da maioria das bandas de pop punk brasileira, o Low High acaba de lançar o disco A New Hope. O material traz 15 faixas com letras em inglês, todas gravadas pelo vocalista Luiz Henrique sozinho.
Indo na contramão da maioria das bandas de pop punk brasileira, o Low High acaba de lançar o disco A New Hope. O material traz 15 faixas com letras em inglês, todas gravadas pelo vocalista Luiz Henrique sozinho.
Assim como o nome da banda, pode-se dizer que o material traz canções de baixa e alta "rotação". Mas elas constroem um caminho bem traçado ao longo do disco. You Know Everything About Me e A New Hope são faixas que facilmente tocariam nas rádios rock universitárias americana.
Don't Leave Me Please e Liv são faixas mas intimistas e "pesadas", lembrando coisas como Mineral e outras bandas do gênero. Assim como a acústica Pretty Girl, que dá uma desacelerado no material.
É possível detectar várias influências que deixam o Low High com uma cara única: o jeito teenager do Box Car Racer, o lado sombrio do Alkaline Trio/Lawrence Arms e a energia do The Ergs. Uma aposta bem feita no "alternative punk", parecendo mais uma banda de Chicago do que um artista paulista/carioca.
A New Hope foi produzido por Henrique sozinho, mas tem uma pós produção invejável. O material foi masterizado no Blasting Room (EUA) por Jason Livermore, que trabalhou com bandas como Rise Against e No Use For a Name.
Enquanto A New Hope não é lançado na integra, escute os single Your Know Evertyhing About Me e I Wanna Be a Punk Rocker.
sábado, 11 de abril de 2015
On 00:00 by Lupa Charleaux in Resenhas de Shows No comments
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| Foto: Fabio Moura - Sete Sete |
Publicado originalmente no dia 11 de abril (Via Blog'n'Roll)
Caminhando para se tornar um evento tradicional da cena santista, o Fuzz Fest chegou a quinta edição (quarta em Santos) e foi realizado na última sexta-feira (10) no Moby, em Santos. O evento organizado pelo Garage Fuzz reuniu os fãs de hardcore em uma bela festa. Além dos anfitriões, mais três bandas participaram do festival: Drakula, Bayside Kings e Sugar Kane.
Os mascarados do Drakula foram os primeiros a se apresentar mostrando um surf rock inspirado em histórias de terror. O quarteto de Campinas montou um set misturando canções em português e inglês, sempre bem rápidas. Em alguns momentos era difícil entender o que o vocalista Daniel “ET” (Muzzarelas) cantava.
O público ainda estava chegando, mas pode acompanhar as performances de músicas como Hangman Blues, Bela Lugosi is Back, Massacre a Meia Noite e Medo de Psiquiatra. E ainda sobrou espaço para a cover de Fix Me, do Black Flag.
Dando sequencia aos espetáculos da noite, a Bayside Kings comemorou o lançamento do disco Waves Of Hope. Apesar do público ainda estar tímido na frente do palco nas primeiras músicas, foram eles que colaboraram para uma apresentação enérgica do quinteto no final.
As recentes Carry On, Side By Side e Refuse To Sink se encaixaram muito bem ao setlist da banda. Juntas com canções mais antigas como DIY or Die, Live Dead Inside e Still Strong, elas tornaram a apresentação do grupo bastante impactante. A Bayside Kings ainda homenageou uma das suas principais influências tocando Cyco Vision, do Suicidal Tendencies.
Fazendo sua penúltima apresentação antes de entrar em hiato, o Sugar Kane despediu-se dos palcos santistas. E o grupo curitibano montou um setlist realmente para agradar os fãs.
Apostando em antigos hits como Reviver, A Máquina que Sonha Colorido e Divinorium, o repertório teve pouco espaço para coisas recentes. Fui Eu e Surtei foram as únicas músicas do disco Ignorância Pluralística. Mas o público se integrou ao show junto com a banda desde o começo.
Com certeza a trinca com Vamos Seguir, Velocidade e Janeiro vai ficar na memória de muitos que estavam no Moby. Com dito por Alexandre Capilé, elas foram dedicadas aos fãs do hardcore melódico.
Apesar de alguns problemas técnicos com o retorno e na guitarra de Capilé em uma das músicas, o Sugar Kane disse um “até logo” já deixando alguns fãs com saudades. As enérgicas performances de A Máquina e Despedida fecharam a apresentação.
Dona da festa, a Garage Fuzz encerrou o festival dominando o público presente. Com mais de 20 anos de estrada, o que não falta são clássicos no seu extenso repertório. House Rules, Dear Cinnamon Tea, A Mutt Running Nowhere, When All The Things são alguns dos exemplos.
O quinteto santista lançou recentemente em vinil o disco Turn The Page (1999), em comemoração aos seus 15 anos. Boa parte do setlist foi dedicada ao trabalho com músicas como After The Rain, Observant, Shore of Hope, Simply Waiting e Stream. E com tantos sucessos na manga, o vocalista Alexandre “Farofa” não precisava cantar certos trechos, os fãs faziam o serviço.
Celebrando o passado e olhando para futuro, a banda também deu espaço para novas músicas. Trust Me e Poison Idea vão entrar no próximo álbum da banda, que começará a ser gravado nas próximas semanas.
Assim como Sugar Kane, o Garage Fuzz teve alguns problemas com o retorno. Apesar de ter parado entre uma música e outro para tentar corrigir isso, nada tirou a energia do público e da banda durante a excelente apresentação.
É difícil tentar resumir e explicar uma apresentação do Garage Fuzz em Santos. Essa tarefa fica ainda mais complicada quando ela acontece em um espaço onde a banda e o público estão tão perto como no Moby.
Caindo no cliché futebolista: quando o time joga em casa com o apoio da torcida, os jogadores se sentem motivados. A energia trocada entre a plateia e a quinteto santista é algo de arrepiar. Afinal, todos compartilham o orgulho de uma das maiores bandas de hardcore nacional ser… caiçara.
terça-feira, 24 de março de 2015
On 12:00 by Lupa Charleaux in Resenhas de Discos No comments
Publicado originalmente no dia 19 de março (Via Pop Punk Academy)
A mistura do bubblegum com o punk n' roll é o que dá o tempero certo para o disco de estreia do Bikini Hunters. Mantendo a tradição de ótimas bandas da região sul do Brasil, o trio de Veranópolis (RS) lançou o material recentemente no Bandcamp.
Com letras em português, o álbum Bikini Hunters traz 9 músicas que deixa o ouvinte na vontade de ouvir mais coisas da banda. O sotaque e o conteúdo das canções lembram ótimos artistas do sul do país, como Tequila Baby e Boobarellas.
Durante as faixas é possível identificar influências dos três acordes dos Ramones, assim como o pré-punk de Johnny Thunders and the Heartbreakers. As músicas Bárbara, Capacitor de Fluxo, Tudo Que Eu Queria e Prazer e Mais Nada são alguns exemplos desses estilos.
Bikini Hunters foi gravado e produzido por Davi Pacote no Hill Valley Studio em Porto Alegre. Tanto o produtor, quanto o estúdio são famosos pelos ótimos materiais de pop punk/bubblegum.
Escute Bikini Hunters na íntegra:
On 07:00 by Lupa Charleaux in Resenhas de Discos No comments
Publicado originalmente no dia 13 de março (Via Pop Punk Academy)
Após divulgar alguns singles, os australianos do Local Resident Failure liberaram para audição o álbum This Here's The Part Hard. Com 14 músicas, a banda consegue fazer uma incrível mistura de pop punk e skate punk.
Após divulgar alguns singles, os australianos do Local Resident Failure liberaram para audição o álbum This Here's The Part Hard. Com 14 músicas, a banda consegue fazer uma incrível mistura de pop punk e skate punk.
Ao mesmo tempo que tem melódias parecidas com os primeiros trabalho do blink-182, eles conseguem trazer alguns elementos do hardcore parecidos com NOFX, No Use For a Name e outros artistas da Fat Wreck Chords. E por mais que isso pareça uma comparação estranha, basta ouvir algumas músicas para detectar essas semelhanças.
This Here's The Part Hard foi lançado oficialmente nesta sexta, dia 13. A distribuição será feita pela Pee Records (Austrália), Oxford Records (EUA) e Disconnect Disconnect Records (Europa).
Ouça This Here's The Part Hard:
On 06:53 by Lupa Charleaux in Resenhas de Shows No comments
Tocando pela primeira vez no Brasil fora de um festival, o Queens of The Stone Age conseguiu lotar o Espaço das Américas mesmo em uma quinta-feira. Porém, antes da atração principal, os fãs tiveram que assistir ao show morno de Alan Johannes. O músico amigo da banda principal fez uma apresentação acústica que agradou apenas os seus fãs.
Era perto das 22:15 quando Josh Homme e seus comparsas subiram ao palco, para alegria da grande maioria. A primeira música foi You Think I Ain't Worth a Dollar, but I Feel Like a Millionaire, direcionado para os fãs do grupo.
Mas logo eles conquistaram a plateia com No One Knows, sem dúvida o seu principal single. Momento bastante emocionante com boa parte dos fãs “cantando” o riff de guitarra da música.
Criando laços com o publico paulista, Homme lembrou que a turnê de ... Like Clockwork começou no Lollapalooza 2013 em São Paulo. Foi no festival que tocaram pela primeira vez My God Is the Sun e mais uma vez apresentaram a música para o público paulistano.
E assim começou a noite do “stoner rock pop” do Queens of The Stone Age. O setlist foi bastante amarrado ao álbum ... Like Clockwork e seguiu basicamente a estrutura: uma música para os fãs, um hit para o grande público e uma canção nova.
O clima começou a esquentar em Smooth Sailing, cujos neons no cenário faziam lembrar clubes de strip-tease. E logo em seguida agradaram os fãs mais “próximos” com Monster in the Parasol e I’m Designer.
A carga de músicas novas ficou por conta I Sat by the Ocean e faixa título do novo disco, ... Like a Clockwork. Mas logo conquistou o público novamente com o hit junkie Feel Good Hit of the Summer.
Homme não é de muita conversa com o público e o QOTSA mandava uma música atrás da outra, seguindo o padrão que foi dito antes. E como eu ouvi de um fã gritar: Então Taca-lhe pau nessa guitarrinha ruivão.
E foi isso que ele fez. The Lost Art of Keeping a Secret e Little Sister, fizeram o público pular e cantar junto com a banda. Assim como dançaram e aproveitaram o momento em If I Have a Tail e Fairweather Friends.
O público do show era bem diferente entre si. Tínhamos roqueiros headbangers, hipsters moderninhos, tiozões do rock, punk rockers... Mas todos curtindo a apresentação tranquilamente.
Os casais puderam aproveitar o clima romântico com a “sex song” Make It Wit Chu e o retorno do cenário com os neons vermelhos. Já os solteiros apreciaram o clima soturno de I Appear Missing. Mas no final, ninguém se conteve com Sick Sick Sick.
Atendendo ao pedido dos fãs, o QOTSA tocou Mexicola e fez uma épica execução de Go With The Flow. Um dos principais singles da carreira da banda ficou ainda mais pesada e rápida. O que não deixou ninguém parado.
Seguindo o padrão, uma pausa para o encore. E quando as luzes se acenderam Josh Homme começou a tocar The Vampyre of Time and Memory no piano. Em seguida, o grupo apresentou Do It Again e relembrou mais uma vez passagem deles pelo país em 2013.
O encerramento foi a tão esperada A Song for the Dead. Assim o público pode banguear e alguns fizeram roda punk. E como sempre, a banda mostrou o tradicional peso do stoner rock americano.
O show foi ótimo, mas temos alguns poréns: Uma das grandes reclamações do público que estava na pista comum foi a falta do telão. Infelizmente, o QOTSA não permitiu que a apresentação fosse filmada.
Então, para as pessoas de baixa estatura, o show foi como ouvir um bootleg no meio de uma multidão. E mesmo quem estava na pista VIP reclamou da falta dos telões.
Em resumo, o Queens of the Stone Age fez uma excelente apresentação solo com um repertório bastante concreto agradando os diversos públicos que compareceram ao Espaço das Américas. Faltou músicas? Faltou. Mas o “conjunto da obra” agradou o público.
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
On 07:10 by Lupa Charleaux in Resenhas de Discos No comments
Publicado originalmente no dia 25 de fevereiro (Via Pop Punk Academy)
Após colocar fim no Bomb The Music Industry!, o músico Jeff Rosenstock lança o seu segundo disco, We Cool?, e faz sua estreia na SideOneDummy Records. O material mostra que o nova iorquirno não perdeu o jeito de criar canções divertidas e explorando vários instrumentos.
Após colocar fim no Bomb The Music Industry!, o músico Jeff Rosenstock lança o seu segundo disco, We Cool?, e faz sua estreia na SideOneDummy Records. O material mostra que o nova iorquirno não perdeu o jeito de criar canções divertidas e explorando vários instrumentos.
Misturando faixas cheias de energia (Get Old Forever, Hey Allison) com outras mais "calmas" (Nausea, Beer Alone Again), o álbum traz 12 faixas com bastante peso e sintetizadores. O trabalho ainda tem um pouco de influência da antiga banda de Rosenstock e um jeito Weezer de ser.
Com uma semana de antecipação, We Cool? foi disponibilizado para audição pela SideOneDummy Records. Ele sairá oficialmente no dia 3 de março. Escute-o na integra:
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015
On 07:18 by Lupa Charleaux in Resenhas de Discos No comments
Publicado originalmente no dia 10 de fevereiro (Via Pop Punk Academy)
A Europa costuma apresentar ótimas bandas de bubblegum, principalmente a Itália. Na estrada desde 1997, os italianos do Latte+ acaba de lançar o álbum No More Than Three Chords. E as 16 músicas do material levam a sério o título.
O trio da cidade de Empoli apresenta um excelente disco seguindo a cartilha do "ramones-core": a mescla de músicas mais aceleradas com baladas românticas. As guitarras rápidas e baterias marcadas fazem com que apenas duas faixas passem de 2 minutos.
Destaque para as canções Here Comes The Summer Again, It's Been a Long Time, Armanda e Anyway I Be With You.
No More Than Three Chords está sendo lançado pelos selos Rocketman Records (Europa) e Infest Records (EUA). Cada continente terá uma versão diferente, elas podem ser adquiridas na loja do Latte+: lattepiu.bigcartel.com
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